A fortaleza de selva e os piratas (parte II)

Publicado em: 17/04/ 13

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Objeto de disputa entre a Nicarágua e a Costa Rica, o Rio São João, exatamente na fronteira dos dois países, leva as águas do maior lago da América Central até o Mar do Caribe. Junto, arrasta muito da história da navegação e da exploração de riquezas na América Central.

Para proteger a rota entre o Atlântico e a cidade de Granada, os espanhóis construíram a fortaleza, no alto da colina, em 1675. A fortificação buscava impedir a invasão pirata, assegurar o comércio com as colônias espanholas e garantir a exploração de metais preciosos nicaraguenses.

Fazia parte de uma linha de defesa que abarcava o Panamá, Honduras e Guatemala, além da Nicarágua, na América Central. As fortalezas erguidas na Colômbia e na Venezuela, na América do Sul, defendiam o fluxo dos tesouros extraídos do Peru.

O rústico e acolhedor povoado de El Castillo (fotos de 8 a 14), onde está o forte, era ponto de troca de embarcação para os viajantes que vinham da costa caribenha e pretendiam chegar a São Francisco, nos Estados Unidos, pelo Pacífico.

Ardia a febre do ouro na Califórnia. A ligação interoceânica ainda era um sonho, que seria concretizado no início do século XX com a construção do Canal do Panamá (leia post sobre o Canal, neste blog).


13 Comentários

  1. Amanda Luisa disse:

    Olá Ike, como vai?
    Sou aluna do Colégio SESI de Marechal Cân. Rondon e gostei muito de ler esta postagem. A estrutura dessa fortaleza é realmente incrível!
    Gostaria de saber se esta fortaleza chama a atenção de muitos turistas ou é pouco visitada?
    Abraços e boa viagem!

    • ikeweber disse:

      É pouco visitada, Amanda. Fica num povoado isolado na selva do Rio São João. Não é uma cidade, com grande concentração de turistas. Abço, Ike.

  2. Los Mariachis disse:

    Olá Ike, quais os desafios emocionais que você está enfrentando nessa viajem ?

    • ikeweber disse:

      Hum… em relação ao cotidiano as emoções variam.

      Das positivas, que são muitas, poderia citar alegria, comoção, satisfação, surpresa…

      Entre as negativas, talvez desafios: impaciência, irritação.

      Desafios de superar alguns momentos mais críticos, tensos ou perigosos. Também de conciliar as emoções com a família, à distância.

      Abço, Los Mariachis.

  3. Aline Eduarda Besen disse:

    Olá Ike tudo bem?
    Sou aluna do Colégio SESI, de Marechal Cândido Rondon.
    Fiquei maravilhada ao ler este post, é uma vila linda, e o forte maravilhoso, muito incrível.
    Interessante como um lugar assim, pode ser tão pouco visitado e esquecido.
    Admiro muito tudo isso, pois numa pequena vila e em pouca estrutura a muita história…
    Gostaria de saber qual é a base da economia neste povoado?
    Obrigada, abraços e ótimas aventuras 😀

  4. Guilherme Weber disse:

    ótimos posts, lindas fotos!

  5. Larissa disse:

    Sou aluna do Colegio sesi e gostei muito dessa postagem pois conta que os espanhóis construíram a fortaleza, e a cidadezinha é muito bonita adorei muito

  6. Louise Martins - Colégio SESI-PR - M.C.RONDON disse:

    Ola Ike, gostei da estrutura do forte, eles impediam a invasão apenas com canhões ou usavam armas tbm? vc sabe quantos homens ficavam no forte?

    • ikeweber disse:

      Em torno de 30, Louise. Dependia do período e do risco que viviam no momento.

      Usavam canhões e outras armas de fogo, comuns à época.

      Abço, Ike.

  7. Fabiola Gubert disse:

    Oi Ike, tudo bem?
    Aqui é Fabiola Gubert aluna do SESI de Guarapuava, estou gostando de acompanhar a sua viajem, muito legal a sua iniciativa. 🙂

  8. Amanda Menon disse:

    Olá Ike, sou a Amanda do colégio SESI de Guarapuava, estou adorando seu blog.Cada postagem sua, uma descoberta a mais! muito interessante, parabens e boa sorte!


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