De Mochila pelas Américas

Curiosidades do Panamá

em 25 fevereiro, 2013

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O Panamá é um país aquático. De diminuta largura, recebe dois oceanos: o Atlântico e o Pacífico. Em sua também curta extensão, é possível saltar em rios, tomar banho de cascata, boiar com extrema facilidade, nas águas salgadas dos mares, e navegar por mangues ou baías.

A capital, Panamá City, honrou a característica e lançou para passeios o ônibus aquático, veículo anfíbio que percorre por mar, algumas das atrações da cidade. A invenção é americana. Foi fabricada para transportar tropas militares a locais onde não havia atracadouro.

Longe da capital, onde o sol ataca com bem mais intensidade, os barqueiros suportam o calor, mas não deixam queimar a pele. Transportam passageiros todo o dia como se estivessem cavalgando por pradarias do antigo oeste bravio.

O “calabazo” é do tamanho de uma bola de handball. O fruto é usado para a fabricação de artesanato. Na Colômbia, serve para a confecção dos “poróros”, objeto com o qual os índios kóguis se servem de folhas de coca e momentos de reflexão.

Esqueça o que conhece sobre a vegetação e as árvores. As “Quararibea asterolepis”, tem o tronco totalmente quadrado. Atingem 30 metros de altura e dão flores brancas e amarelas, em junho e julho, e frutos entre agosto e novembro.

As águas aquecidas por vulcão inundam pequenos poços no povoado de Caldera, na província de Chiriquí. A temperatura chega fácil aos 40C. Banho aqui não é só lazer, mas também saúde. As águas têm propriedades medicinais.

Bem mais afastado de tudo, quase na fronteira com a Costa Rica, fica o extraordinário arquipélago de Bocas del Toro. A vida selvagem é rica e diversificada. Há variedades de peixes, plantas subaquáticas e polvos. Bichos-preguiça, golfinhos e até jacaré.

O Valle de Antón é o destino de escape dos panamenhos, nos feriados ou finais de semana. O povoado tem esporte e arte, como a pintura de azulejos.

O “deep board” é um snorkel mais dinâmico. O praticante vai agarrado a uma pranchinha de fibra, puxada por bote a motor. Tem a faculdade de decidir quando quer baixar ao fundo, e admirar a vida marinha, ou voltar à superfície. Diferente e divertido.

Esses chapéus aí em cima, que viraram moda também no Brasil, são conhecidos como chapéus do Panamá. Isso porque foram muito usados pelos trabalhadores, na época da construção do Canal.

De verdade, de verdade, ninguém mais usa o acessório por aqui. E a fabricação deles é no Equador, na colonial cidade de Cuenca. Exportam para os Estados Unidos, Alemanha e Nova Zelândia. Na fábrica, custam entre US$30 e US$35 (R$60 a R$70).

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