O fim do mundo para os porquinhos-da-índia


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As imagens impactantes são rotina no pequeno povoado de Gualaceo, a 25 km de Cuenca, no Equador. Prato típico equatoriano, o “cuy”, para nós porquinho-da-índia, é assado na brasa e servido no espeto no Mercado 25 de Junho, Meca do comércio local.

Outra iguaria é o porco assado por inteiro, do rabo à cabeça, e oferecido com batatas cozidas, milho e um molho a vinagrete, com muita cebola. As assadeiras do “chancho” formam uma fila na praça de alimentação.

O mercado movimenta a comunidade nos finais de semana e vende de tudo. Os peixes parecem pendurados em um varal. A carne é alçada aos balcões de madeira e expostas ao toque do freguês. Os frangos dão a impressão que espernearam até morrer, com as pernas espetadas para cima.

O menino, que me fez companhia no delicioso almoço, agradece o presente do Brasil, um bottom com a foto de uma onça pintada. Homenagem recebida com louvor, após comer todo o porco com batatas.

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